quinta-feira, 22 de março de 2007


Texto editado por Mariana Duarte



O caos volta ao céu do Brasil
Mais de 480 vôos atrasaram nesta segunda

O número de vôos com atraso de mais de uma hora subiu para 488 hoje, de acordo com boletim divulgado pela Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) às 20h. Os atrasos correspondem a 30,5% dos 1.602 pousos e decolagens previstos para ocorrer entre zero hora e 20h desta segunda-feira (19). O presidente da Infraero, José Carlos Pereira, acredita que a situação só vai se normalizar na noite de terça-feira (20). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou o ministro da Defesa, Waldir Pires, para uma reunião de emergência e pediu explicações sobre o novo caos aéreo. A reunião durou pouco mais de uma hora e Lula determinou uma investigação sobre a causa dos atrasos.

A confusão é conseqüência de problemas que ocorreram no domingo (18). O sistema do controle aéreo de Brasília, o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta-1), sofreu uma pane e o aeroporto de Congonhas (SP), foi fechado devido ao mau tempo. Muitos vôos dos dois terminais foram remarcados para esta segunda ou cancelados.

A expectativa é que a situação seja normalizada até a noite. Pereira afirmou, no entanto, que os processos de realocação dos passageiros de vôos que foram cancelados e de envio da carga aérea acumulada deverão durar mais 24 horas.


No site da Infraero, http://www.infraero.gov.br/, o passageiro pode conferir o horário do seu vôo e se este está atrasado.

Relembrando o caso:

No final do ano passado, o setor aéreo enfrentou seqüências de atrasos e cancelamentos de vôos. Inicialmente, os problemas foram causados pela operação-padrão dos controladores de tráfego aéreo, que restabeleceram à força parâmetros internacionais de segurança. O Cindacta-1 sofreu com a falta de controladores, devido ao afastamento de alguns para as investigações sobre a queda do Boeing da Gol, ocorrida em setembro. Depois, atrasos também foram provocados por panes e falhas em equipamentos.

segunda-feira, 19 de março de 2007






Matéria
interpretativa




O caos volta ao céu do Brasil.

488 vôos atrasaram nesta segunda


O número de vôos com atraso de mais de uma hora subiu para 488, de acordo com boletim divulgado pela Infraero às 20h. Os atrasos correspondem a 30,5% dos 1.602 pousos e decolagens previstos para ocorrer entre zero hora e 20h desta segunda (19). O presidente da Infraero, José Carlos Pereira, acredita que a situação só vai se normalizar na noite de terça-feira (20). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou o ministro da Defesa, Waldir Pires, para uma reunião de emergência e pediu explicações sobre o novo caos aéreo. A reunião durou pouco mais de uma hora e o Lula determinou uma investigação sobre a causa dos atrasos.


A confusão é conseqüência de problemas que ocorreram no domingo (18). O sistema do controle aéreo de Brasília, o Cindacta-1, sofreu uma pane e o aeroporto de Congonhas (SP), foi fechado devido ao mau tempo. Muitos vôos dos dois terminais foram remarcados para esta segunda ou cancelados.


A expectativa é que a situação seja normalizada até o período da noite. Pereira afirmou, no entanto, que os processos de realocação dos passageiros de vôos que foram cancelados e de envio da carga aérea acumulada deverão durar mais 24 horas.


No site da Infraero, http://www.infraero.gov.br/, o passageiro pode conferir o horário do seu vôo e se este está atrasado.


Relembrando o caso:


No final do ano passado, o setor aéreo enfrentou seqüências de atrasos e cancelamentos de vôos. Inicialmente, os problemas foram causados pela operação-padrão dos controladores de tráfego aéreo, que restabeleceram à força parâmetros internacionais de segurança. O Cindacta 1 sofreu com a falta de controladores, devido ao afastamento de alguns para as investigações sobre a queda do Boeing da Gol, ocorrido em setembro. Depois, atrasos também foram provocados por panes e falhas em equipamentos.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Avaliação Heurística

Escolhi o portal de notícias G1 da Rede Globo, http://g1.globo.com/ por seu um site no qua foi recém lançado e também por ser o primeiro portal de notícias que eu acesso na internet para obter informações.
1) Visibilidade do status do sistema:
O G1 tem um sistema no qual eu gosto muito: existe o "plantão" onde ficam as notícias e a hora na qual foram publicadas. Aparece as 5 últimas notícias mas o leitor pode ler todas do plantão. Também apresenta na parte superior à direita da tela o número de notícias publicadas nas últimas 24 horas, o que dá credibilidade ao site.
Em cima de cada matéria, há o dia e a hora em que foi publicada e também a hora na qual foi atualizada http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL11476-5606-133,00.html, o leitor pode também alterar a fonte do texto, para ter uma visibilidade melhor na hora da leitura.
Um detalhe que gostei também foi o fata de ter, no final das matérias, o "histórico" onde posso ir na memória no jornal online e ver o que já foi publicado sobre o mesmo, como também ver vídeos, acessar rádios e revistas.
2) Compatibilidade entre sistema e mundo real:
A linguagem é muito acessível pois são palavras do cotidiano dos leitores e se há alguma palavra diferente ou estrangeira, há sempre uma explicação para que o leitor não fique perdido. No caso deste exemplo, o G1 explica o que é o RRS http://g1.globo.com/Noticias/RSS/0,,5676,00.html.
3) Controle e liberdade para o usuário:
Caso o leitor clique em uma matéria na qual ele não gostaria de ler, o G1 não tem o sistema de "voltar" à página que andava. Um detalhe importante é que à esquerda, o tempo todo, há uma coluna chamada "editorias" onde posso escolher o tema geral e ir em busca do assunto no qual quero saber.
4) Consistência e padrões:
O site tem padrão até demais no meu gosto, pois em todas as notícias há sempre uma foto e links com notícias relativas a algum tema abordado na reportagem. Dá credibilidade e cosnistência ao site e as matérias em si.
5) Prevenção de erros:
Não há no site um sistema para reclamações ou um estilo "erramos". Já que há tantos links para tantos lugares, pdoeria ter uma parte reservada somente para isso.
6) Reconhecimento em lugar de lembrança:
Os menus principais e as manchetes estão muito visíveis e de uma maneira muito clara. O layout, para mim, é perfeita.
7) Flexibilidade e eficiência de uso:
A maneira de navegação no site é muito clara. Na primeira página o leitor que nunca acessou pode se assustar com a quantidade de informações num primeiro momento, mas mesmo assim, é muito boa, em comparação a outros sites, como a Folha Uol http://www.folha.uol.com.br/.
8) Projeto minimalista e estético:
As matérias são na medida e a estética de leitura é muito boa. Consigo ver com clareza o que o jornalista quer me passar e as fotos tem plena conexão com o fato.
9)Auxiliar os usuários a reconhecer, diagnosticar e recuperar erros:
Este item não foi possível observá-lo.
10)Ajuda e documentação:
Não encontrei nenhum local para essa "ajuda". O usuário deve descobrir sozinho.

quarta-feira, 14 de março de 2007






Matéria Econômica

Petrobrás compra a Ipiranga e Rio Grande do Sul sente-se ameaçado

A Petrobras, o Grupo Ultra e a Braskem anunciaram nesta segunda-feira acordo para a aquisição dos negócios do Grupo Ipiranga por US$ 4 bilhões. O negócio é um dos maiores de todos os tempos do setor petroquímico e de distribuição de combustíveis brasileiro.
A operação deve estar concluída até o quarto trimestre deste ano. Pelo acordo, o grupo Ultra ficará com a rede de distribuição de combustíveis da Ipiranga nas regiões Sul e Sudeste. Já a Petrobrás fica com a parte do grupo nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O grupo Ultra vai continuar operando com a marca Ipiranga, mas a Petrobrás só poderá utilizar o nome Ipiranga por até cinco anos, enquanto substitui gradualmente os postos pela sua marca, a BR.

O Grupo Ipiranga opera nos setores de refino de petróleo, petroquímico e de distribuição de combustível.

E o Rio Grande do Sul?


Já o controle da Refinaria Ipiranga no Rio Grande do Sul será dividido em partes iguais pela Petrobras, Grupo Ultra e Brasken, que se comprometeram em manter as atividades. " É a maior negociação entre grupos privados da história do Estado" comemorou uma fonte ligada ao negócio. Procurados, integrantes do grupo de executivos e acionistas da Ipiranga ou não foram localizados ou se recusaram a comentar o negócio.
Há pelo menos cinco anos circulavam rumores sobre a venda de parte ou da totalidade da Ipiranga. Justamente nos últimos meses, com a melhora dos resultados do grupo, os boatos haviam diminuído. No entanto, foi exatamente essa circunstância que acabou vencendo as resistências de alguns sócios da Ipiranga.


Fruto do investimento de cinco famílias, o grupo com berço no Rio Grande do Sul tinha pelo menos 65 herdeiros - alguns falam em mais de 80. Essa era uma das dificuldades para manter o negócio nas mãos das famílias.


O que os gaúchos esperam, é que a "nossa" Ipiranga não vire as costas ao estado que a acolheu, em Uruguaiana, em Rio Grande e em todo solo gaúcho que a viu crescer. Os gaúchos esperam que a venda de mais um de seus frutos, venha a trazer sérias mudanças, mas para o crescimento econômico do estado, que ainda cata as peças de um passado glorioso de indústrias e empresas que, ao longo dos anos, foram perdendo seu brilho e sua força, para outras potências mais fortes.


Matéria Interpretativa





Álcool combustível é um dos motivos da visita de Bush ao Brasil
Em sua segunda visita oficial ao Brasil, o presidente americano George W. Bush veio com um grande tema para discussão: o etanol, mais conhecido como álcool combustível em nosso país como também para reforçar as relações bilaterais e a influência dos Estados Unidos sobre a América Latina.
Bush encontrou-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, onde discutiram diversas questões relacionadas ao etanol, sendo a principal delas a proposta de criação de um mercado internacional regular do combustível vegetal. Brasil e Estados Unidos são, hoje, responsáveis pela produção de 70% de todo etanol consumido no planeta (aproximadamente 35 bilhões de litros por ano). No entanto, ainda não existem negociações regulares deste produto.Dessa forma, a idéia é transformar o etanol em uma commodity, isto é, em um produto padronizado que tem comercialização internacional regular, como é o caso do petróleo, do milho e do café.
A visita de Bush também se reveste de objetivos políticos, como a busca em dar subsídios à recente guinada de seu governo à valorização das questões ambientais, e também a intenção de reduzir a dependência dos EUA em relação à importação de petróleo. "Além dos benefícios ambientais, esses biocombustíveis podem ser renovados ano a ano e podem ajudar a nossa economia no setor agrícola quanto à dependência de combustíveis fósseis. Esses serão os combustíveis do futuro nesse país", afirmou Bush em discurso recente durante um fórum agrícola.


Matéria Informativa

São Paulo se recuperando do caos após "efeito Bush"

A maior cidade do Brasil se despede do presidente americano Geoge W. Bush após sua visita relâmpago ao país para assinatura do acordo sobre combustíveis renováveis entre Estados Unidos e Brasil. Em função desta visita, São Paulo "parou" para a comitiva do presidente passar, o que ocasionou vários conflitos pelas ruas da cidade, mas mesmo depois do presidente ter saído de solo brasileiro, os paulistanos ainda assim não se livraram do caos provocado pelas medidas adotadas para garantir a segurança de Bush.


O caos foi provocado pelo fechamento de ruas e estradas para permitir a passagem das caravanas americanas. Bush atravessou grande parte da cidade em três oportunidades, a primeira quando milhares de paulistanos iam para o trabalho e a última no final da tarde, quando os trabalhadores tentavam voltar para casa. O bloqueio de importantes vias por parte dos cerca de 4.000 agentes de segurança mobilizados para garantir a segurança de Bush, entre eles 300 americanos com permissões para andar armados no Brasil, provocou um gigantesco engarrafamento na noite da última sexta-feira.



A extensão do caos superava a média de 132 quilômetros de engarrafamento mas apesar destes serem comuns na rotina dos paulistanos, os provocados pela visita de Bush irritaram muitas pessoas que, devido às vias bloqueadas, não conseguiram chegar ao trabalho ou levar os filhos para a escola."Não têm direito de fechar uma estrada tão importante como esta apenas para que uma pessoa passe, e especialmente em uma hora na qual milhares de pessoas querem voltar para casa", disse um motorista que foi barrado pela Polícia e não pôde passar pela Avenida das Nações Unidas.

segunda-feira, 12 de março de 2007

Matéria Opinativa

Jovem é detido após xingar o presidente Bush

Mais uma vez, o Brasil apresenta uma história absurda de abuso de poder sem necessidade. O artista urbano André Selite, 19 anos, foi detido por policiais militares após ter gritado para a primeira-dama americana “Bush, filho da p...”, durante a visita da “senhora Laura” à ONG Cidade Escola Aprendiz, na Vila Madalena em São Paulo, na manhã de sábado. Logo em seguida, André, foi abordado por um policial militar e quando lhe foi solicitado que se retirasse, ele alegou que não sairia porque não estava cometendo crime algum. Para completar, foi-lhe pedido seus documentos e Selite não os tinha e por “essa” razão, foi levado para o 14° DP.


O artista ficou por pouco mais de uma hora sozinho em uma cela, para refletir sobre o que fez. Ora, se uma pessoa não puder manifestar sua opinião a respeito de algo ou alguém, em via pública, o que será das pessoas? E o livre arbítrio? Está certo que ele poderia ter falado de outra maneira, mas o jovem apenas quis manifestar sua indignação com a grande repercussão desta visita ao Brasil. Um homem que se diz o “dono do mundo”, que já arrasou praticamente um país inteiro, vem até aqui com uma escolta de 5 mil homens, gastando sabe-se quanto de nosso dinheiro, e o povo? O povo que não pode pegar o ônibus para trabalhar na maior cidade do país porque a rua está interditada. O povo se revolta, se indigna e com razão pois esse “nosso” dinheiro que, mais uma vez, deveria servir para saúde, educação e todas aquelas outras coisas que já estamos acostumados a ouvir, foi para receber um senhor de cabelos grisalhos e que veio descobrir o “ponto G” do Brasil. Alguém sabe o que é isso?


Mas, voltando ao jovem Selite, o fato de ter xingado Bush, poderia ter-lhe rendido um processo por injúria, caso o presidente norte-americano ou o ministro da Justiça brasileira formulasse uma queixa formal. Agora, será que depois de tudo, ainda teremos que nos deparar com imagens deste tipo?